Javascript ligado para ver o menu - This page makes use of javascript to see menu

 KISS THE GIRL - POR MARINA STANLEY - 21 / 03 /2009

KISS THE GIRL - MARINA STANLEY

Conheci o KISS, quando entrei para o “Mundo do Rock” há 4 anos.

Foi quando, pela primeira vez, vi o clipe de “Rise To It”, na TV, que me identifiquei imediatamente com aquele mundo, e logo com a androginia de Paul Stanley, com seu jeito diferenciado e de atitude no palco.

Mais tarde, ao conhecer o álbum “Dynasty” e a música “Sure Know Something”, não tive dúvidas de que seria minha banda mais consagrada.

Em uma grande banda, nada mais justo do que um grande frontman. É o que a coluna vai apresentar. Paul Stanley em suas fases. Ontem, hoje e amanhã. Metamorfoses, argumentos e questionamentos sobre o nosso Starchild.

 

And I say: “Welcome to the show!”

Marina Stanley, 17 anos e estudante em São Paulo. Descobriu o KISS em 2004 em seu destaque no Rock and Roll.


Contato:
marisstanley@hotmail.com  -  Marina Stanley

ENTREVISTA COM PAUL NEGGER, VOCAL DA BANDA CLASSIKISS - 30 / 03 / 2009

Desde quando o rock ‘n’ roll se conhece por rock, há bandas que se influenciaram pelas anteriores e assim sucessivamente. Além destas, ou não tão além, há também aquelas bandas que se espelham totalmente nas matrizes. É o caso das covers, as quais homenageiam suas referências, seus ídolos, etc. Hoje, o vocalista da banda ClassiKISS, “PaulNegger” deu uma palavra a respeito desse mundo.

Me conta um pouco de como surgiu a vontade de tocar, principalmente, tocar KISS.
Eu sempre fui aquele cara, que na escola, sentava no fundo. Como a minha voz sempre foi diferente, o meu modo de zoar era imitar professores, colegas, celebridades, e por aí vai... Em 1989, estudei com mais dois outros fãs de KISS e frequentadores da Galeria do Rock, que eu desconhecia. Esses meus amigos me gravavam vários K7s do KISS, e eu não conseguia parar de ouvir. No ano seguinte, competi na mesma escola, onde haveria um interclasses e cada classe teria que fazer um cover dublado de uma banda conhecida. Adivinha qual escolhemos? O foda é que eu nunca tinha tocado violão nem guitarra, mas fiquei com aquela ideia de aprender a tocar para somente tocar KISS. Fui para o conservatório, mas não aguentei tanta teoria e Starway to Heaven’s da vida. E, após dois meses indo às aulas práticas, mandei tudo para a merda e desisti de tocar. Quando o natal chegou, ganhei dois CDs: Dynasty e Double Platinum.

Qual foi a sua primeira banda para fazer KISS cover?
Se eu me lembro bem, a primeira com nome foi HAWKS. Com o K e o S do KISS. Antes tiveram algumas, mas sem nome.

Como surgiu a ClassiKISS, sua banda atual?
Ensaiávamos em um estúdio perto de casa, e o único cara que conseguia deixar os microfones abertos e limpos era o Allan, que trabalhava lá. Antes desse nome que eu sugeri, tocávamos com o nome de KISS My Ass. Tocávamos muito no antigo Black Jack. Daí surgiu uma banda mascarada usando esse mesmo nome. Então, o Allan me chamou pra gente fazer uma brincadeira ao vivo. Chegamos a nos apresentar em trio, mas a Detroit Rock City ficava capenga com uma guitarra só. Começamos a usar o nome ClassiKISS quando o Renato entrou na banda.

Falando um pouco como frontman, como que é para você, subir no palco e fazer o papel de Paul Stanley?
Você sabe que eu nunca pensei nisso? Eu procuro ser natural, sentir a música e deixá-la fluir. Eu comecei a adotar o nome do Paul, porque eu era chamado assim pelo pessoal que vinha conversar conosco no show... Ninguém decorava meu nome ou apelido. Mas eu nunca procurei exatamente imitar o Paul Stanley. Como aprendi a cantar imitando o som, eu procurava cantar a música como eu tinha ouvido.

E se você procurasse realmente imitar o Paul Stanley, o que você mais usaria para isso? Visual, performace...?
Eu não me vejo imitando... Já fiz muito isso quando moleque, como um teatro que você imita uma personagem. Agora, daria para ensaiar uns passinhos (risos). Mas eu já toquei pintado de Starchild!

Qual foi a sensação?
É alucinante! Mexe com o ego, o alter-ego, etc... Eu entendo alguns caras que fazem isso há mais tempo. Eu não conheci um até hoje que não tenha se perdido. Tem cara que vive acreditando que é o Paul Stanley.

Quando você pretende voltar a tocar com a sua banda atual?
Estamos ensaiando, gravando alguns vídeos para o Myspace, que a propósito já está no ar (
http://www.myspace.com/classikiss). Estamos no Orkut também, como comunidade em que qualquer um pode entrar e responder enquetes, fazer o set da banda... Estamos preparando isso. Muito provável que na segunda quinzena de maio a gente volte.

Por fim, no meio de toda essa energia a respeito show do KISS dia 7 de abril em São Paulo, e dia 8 no Rio de Janeiro, como você está se sentindo? Está animado?
Estou. Eu imagino o quanto foi difícil manter a banda depois da vinda e da saída de dois membros originais. Quem ouve o comentário nos KISSologys, especialmente no 3, entende que embora os fãs do mundo inteiro gostariam de ver Ace e Peter, na prática não é bem assim.


Tem alguma mensagem para encerrar?

Eu só toco por ser fã de KISS. E por isso, quando subo no palco, com a banda, eu me imagino no lugar de quem está assistindo. Por eu já ter estado lá e visto catástrofes, maquiadas ou não, chamadas de cover... A ClassiKISS é diferente. Nós procuramos ser quem nunca seremos. Seremos sempre fãs que sabem que sempre podem estar fazendo o melhor.

Marina Stanley

... E MAIS UMA VEZ: OLÁ PESSOAL ! - 21 / 03 / 2009

...E MAIS UMA VEZ: OLÁ PESSOAL !

Fiquei tanto tempo sem postar aqui, que estou quase me apresentando de novo para vocês! Que vergonha de deixar a minha coluna jogada ao vento, criando teias,enfim...

Trabalhos e mais trabalhos vão ocupando o nosso tempo, mas o queimporta é que cá estou mais uma vez para entregar-me à vida do rock. Tanto tempo longe e agora, todo mundo já deve ter falado antes de mim do respectivo show aqui no Brasil - mais precisamente o de São Paulo, onde eu estarei, há!

E todo esse meu sumiço me fez pagar o castigo de saber desse show assim... de um dia para o outro, ou melhor dizendo, exatamente um dia antes de abrir a pré-venda para clientes Citibank. E quando soube, eu não sei dizer se fiquei feliz pelo show – que por coincidência, acontecerá no dia do meu número da sorte (sete) -, ou se eu fiquei desesperada por não conhecer nenhum cliente Citibank e garantira minha presença VIP no show dos meus sonhos.

Pois bem, fiquei varando a noite do dia 4 de fevereiro na Internet, em busca de alguma alma boa que me disponibilizasse um cartãozinho. Enquanto isso, amigos meus me mandavam mensagens dizendo que haviam acabado de comprar seus respectivos ingressos VIP. Então, por um momento, imaginem-se no meu lugar. Eis então, que meu amigo dá a brilhante idéia de ir madrugar na fila do Credicard Hall e tentar convencer alguma boa alma de nos ajudar nesse momento tão trágico como fãs.

E fomos. Às 7:00am lá estava eu na fila e no aguardo. Felizmente, a boa alma surgiu, e eu consegui comprar o meu ingresso VIP. Valeu muito ter ficado em pé por umas 5 horas seguidas, ter pego um ônibus de 1h30min até o local, ter conhecido pessoas novas, e principalmente, ter saído de lá com o meu ingresso em mãos. Não sei explicar a emoção como fã, de estar com a garantia da realização do seu sonho em mãos.

E aí começa a surgir toda a preocupação: “e como farei para faltar no trabalho?” ou então aquela mais comum “quero a grade”. Seja como for, de longe ou perto. Primeiramente, realizei a proeza de conseguir meu ingresso, e já é um passo dado. Segundo: driblar o chefe. Terceiro e crucial: driblar milhares de pessoas que também querem ficar perto do palco, ouuárever. De perto ou de longe, estarei lá.

Novos ou velhos, eles também estarão lá... e tocando! Poderá ser a primeira e última vez que verei o Paul Stanley dançando com uma plataforma na minha frente ou o Gene Simmons colocando a língua na nossa cara. O lado ruim da história – que não é ser esmagada pelas pessoas da pista – é que será a noite mais rápida da minha vida, e quando me der por mim, já terá passado. Agora, aguentem a minha ansiedade nesses próximos muitos dias que se tornarão meses.

E por falar nisso... aceito convites para fazer uma “farra” antes de entrar para a pista, porque querendo ou não, é rock and roll!

 

Marina Stanley

PAUL STANLEY - 05 / 06 / 2008

PAUL STANLEY 

Uma pitada de grande responsabilidade me cabe agora para estrear a seção de “Colunas KISS Army”. Tudo se deve a paixão que consumo pela “Hottest Band In The World”. E, assim como uma grande banda, merecemos ter um grande frontman – que no nosso caso íntimo, o conhecemos como nosso próprio deus encarnado na Terra.

Decidi escrever sobre nosso Starchild devido à sua evidente consagração no mundo do Rock and Roll. Falar de homens que se pintam, passam batom, outros que saltam com suas botas pode ser fácil, mas não de todos em um, unindo toda a magia e sexualidade, drama e atitude e nos dando a perfeita fórmula do Hard Rock – Paul Stanley.

É evidente aos olhos e mentes conscientes que uma banda de origem dos anos 70 e nascida para ser um verdadeiro espetáculo nos palcos, após tantas especulações e questionamentos, sofreu algumas mudanças – muitas vezes necessárias - dos anos 70 para 2000. Mudanças que percebemos nos anos 80 quando tiveram suas faces reveladas, ou com certa diversificação sonora com Carnival Of Souls - que trás um som mais pesado do que os anteriores da banda.

Alguns integrantes seguiram carreiras solo paralelas à banda - como Ace Frehley e Peter Criss. Boas ou ruins, cabem aos fãs – eternamente os maiores e principais críticos – darem suas opiniões. Recentemente, o que repercutiu pela mídia foi uma possível saída de Paul da banda, onde ele afirma que o KISS poderia seguramente seguir sem ele.

Mesmo em oposição a alguns fãs, Eric Singer e Tommy Thayer têm seus respectivos carismas – sem relevar a imortal e necessária presença de Gene Simmons –, porém, não podemos deixar escapar a originalidade e essência da banda que se encontra em Paul Stanley.

Ao falarmos a princípio da personificação e o traçado de Paul no Hard Rock, não conseguimos imaginar uma banda que em 35 anos assim permaneceu e se fortaleceu, sem uma das suas principais bases. Da mesma forma que não conseguimos ver o verdadeiro Queen sem Freddy Mercury. Evidentemente esta não seria uma mudança necessária. Sabemos das atividades paralelas do nosso Starchild, como suas pinturas e seu último trabalho de 2006 “Live to Win”, mas será que o KISS ou até mesmo Paul Stanley teriam a mesma essência sem a voz aguda, o batom vermelho e a grande estrela nos palcos da noite junto de Gene e o KISS?
 

Marina Stanley

Copyright © 2002 - 2009 - www.kissarmy.com.br  Melhor visualizado em Firefox - Resolução Mínima de 1024x768