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 KISS FOREVER - POR  JORGE A. SILVA JUNIOR - 15 / 03 /2009

KISSTORY

Saudações a todos os soldados do KISS Army Brasil,

 

Meu nome é Jorge, tenho 23 anos, moro em São Paulo/SP, e sou estudante de jornalismo.  Participo do KISS Army Yahoo Groups há apenas quatro meses, porém a paixão pelo KISS já dura dez anos.
 

Estou estreando a coluna KISStory, com o intuito de resgatar boa parte da gloriosa história da banda, seja ela através de discos comentados, shows ou curiosidades sobre os integrantes ao longo de toda a trajetória.
 

Espero que vocês leiam e fiquem à vontade para comentar, debater ou criticar.

 

Um grande abraço,
 

Jorge

E-mail: junior_1935@yahoo.com.br

 

 

Perfil KISSmaníaco do Jorge:

 

Música: God Gave Rock N’ Roll To You II

Álbum: Destroyer

Integrante favorito: Eric Carr

Formação favorita: 1984 – 1991 (Paul Stanley/Gene Simmons/Bruce Kulick/Eric Carr)

BANDAS FAZEM CONCERTOS, O KISS APRESENTA UM SHOW - 11/ 04 /2009

Bandas fazem concertos, o KISS apresenta um show

Fantástico. Brilhante. Sensacional. Esses adjetivos podem perfeitamente resumir como foi o show do KISS no Anhembi, na última terça-feira. A história desse humilde colunista começou às 16h30 do dia 7 de abril, horário em que fui dispensado do trabalho para poder realizar o sonho com menos ansiedade.

O caminho, do centro da cidade até o local do evento, pelo menos entre 16h45 e 17h15, foi tranqüilo. Como era de se esperar, a fila de entrada para a Pista Comum estava enorme, diferentemente da Pista VIP, que não tinha qualquer aglomerado de pessoas.

Às 17h30 pisei no local que, em poucas horas, seria transformado em uma verdadeira terra santa (ou satânica, dependendo do grupo religioso). Instalei-me a cinco metros do palco, no lado esquerdo, pois sabia que ali um tal Gene Simmons ficaria grande parte do tempo. A espera foi longa, quase interminável. Foram 3h em pé com movimentos quase nulos até que, para distrair um pouco a ansiedade do público, os brasileiros do Dr.Sin entraram para tocar seis músicas, todas ao melhor estilo Hard N’ Heavy.

Terminada a apresentação da banda de abertura, a galera pedia incansavelmente a entrada do prato principal da noite. Meia hora depois, todos foram atendidos. A enorme bandeira do KISS foi colocada no palco pela produção do show. Em seguida, os 35.000 presentes na Arena ouviram o que tanto esperavam: “All right São Paulo! You wanted the best, you got the best, the hottest band in the world... KISS!”.

As primeiras notas de “Deuce” foram suficientes para que a Pista VIP virasse um verdadeiro furacão humano. Naquele momento ninguém foi poupado. Adolescentes, adultos, idosos, todos estavam tomados pelo espírito que apenas os fanáticos por KISS sabem o que significa.

A batalha para chegar cada vez mais perto do palco só terminou após a quarta música, “Hotter Than Hell”. Enquanto isso a banda dava uma aula de como se apresenta um verdadeiro show, com efeitos pirotécnicos, fogos, explosões, e toda a particularidade que cada integrante tem de melhor.

Para quem conhece os shows do KISS por intermédio de fitas de vídeo, DVDs ou internet, sabe que, em São Paulo, não faltou absolutamente nada. Gene cuspiu fogo, vomitou sangue e voou para o alto do palco em “I Love It Loud”; Paul contagiou o público com sua presença de palco única, fez piadas e ainda esbanjou vitalidade ao pegar carona nos cabos que davam acesso ao mini-palco, instalado no meio das pistas, para cantar “Love Gun”; Tommy muito centrado, executou os solos de guitarra com muita competência, além de soltar fogos de artifício com ela durante “She”; e Eric, mostrou toda a sua técnica em sua bateria voadora no meio de “100,000 Years”, e também soltar a voz em “Nothin’ To Lose” e “Black Diamond”.

O ponto mais alto do show foi, sem dúvida, a chuva de papel picado durante “Rock And Roll All Nite”. Naquele momento 35.000 vozes cantaram o refrão dessa música que, segundo Paul Stanley, é o hino do Rock N’ Roll em todos os tempos.

A noite inesquecível terminou ao som de “Detroit Rock City” e com gostinho de quero mais.

Ao término da apresentação, o público, ainda extasiado, foi pra casa sabendo que dificilmente algo parecido seria visto de novo. Na verdade, bandas fazem concertos, o KISS apresenta um show.

Quem teve felicidade de presenciar esse acontecimento pode afirmar com total convicção: É realmente o maior espetáculo da Terra.

KISS / São Paulo - Arena Anhembi (07/04/2009)

Set List:
Deuce

Strutter

Got To Choose

Hotter Than Hell

Nothin’ To Lose

C’Mon And Love Me

Parasite

She

Watchin’ You

100,000 Years

Cold Gin

Let Me Go, Rock ‘N’ Roll

Rock And Roll All Nite


Bis:
Shout It Out Loud

Lick It Up

I Love It Loud

I Was Made For Lovin’ You

Love Gun

Detroit Rock City

Por Jorge A.Silva Junior

Coluna: KISStory

"All RIGHT SÃO PAULO! YOU WANTED THE BEST... - 05 / 04 /2009

"All right São Paulo! You wanted the best, you got the best, the hottest band in the world... K I S S!"

Será após ouvirem essa frase que, centenas de fãs brasileiros, irão realizar um verdadeiro sonho: ver o KISS ao vivo e em cores. E nada melhor do que presenciar esse acontecimento histórico podendo sentir-se como em uma volta ao passado.
 

O fato é que, há pouco mais de 33 anos, em Detroit, a banda fazia uma de suas apresentações mais marcantes. O show foi realizado no famoso Cobo Hall, no dia 25 de Janeiro de 1976, com um repertório muito semelhante ao dos últimos shows da turnê 35. Até então, aquele foi um dos maiores públicos já registrados e, na época, por tratar-se do início de carreira e pela tecnologia limitada, o KISS doou-se ao máximo no palco, o que resultou em um concerto memorável.
 

Na próxima terça-feira, 7 de abril, a banda mais quente do mundo dará um verdadeiro presente aos KISSmaníacos tupiniquins que poderão desfrutar de toda a química do antigo KISS aliada aos efeitos especiais e aparelhagem de última geração.

Resta a nós, soldados desse imenso exército, aguardar e contar os minutos para o MAIOR espetáculo da Terra!

 

 

 

 

KISS Live in Detroit - Michigan

Alive! Tour (1976)

 

1. Deuce

2. Strutter

3. C'Mon And Love Me

4. Hotther Than Hell

5. Firehouse

6. She / Ace Frehley solo

7. Ladies And Waiting

8. Parasite

9. Nothin' To Lose / Gene Simmons solo

10. 100.000 Years / Peter Criss Solo

11. Black Diamond

12. Cold GIn

13. Rock And Roll All Nite

14. Let Me Go Rock N' Roll

Por Jorge A.Silva Junior

Coluna: KISStory

A MAGIA QUE ENVOLVE O KISS ALBUM - 15 / 03 /2009

A MAGIA QUE ENVOLVE O KISS ALBUM

Atualmente, para milhares de fãs do KISS, o primeiro álbum lançado pela banda figura facilmente na lista dos favoritos. Difícil é acreditar que tal conceito, na época, não veio de imediato.

Quando o disco chegou às lojas dos Estados Unidos, em Fevereiro de 1974, a curiosidade tomou conta do público, fosse ele do Rock And Roll ou não.

Um quarteto que usava maquiagens de forma horripilante, além de utilizar um nome pouco sugestivo, despertou grande expectativa em torno da música que estava por traz de toda aquela “fantasia”.

Mesmo com aproximadamente 75.000 cópias vendidas, o disco não agradou o público e, principalmente, a crítica.

No ano seguinte, após ter lançado mais dois discos (Hotter Than Hell e Dressed To Kill), o KISS saiu para a turnê Alive!, e foi nesse período, entre 1975 e 1976, que algo estranho  aconteceu. Algumas músicas, que passaram despercebidas no lançamento do KISS album, de uma hora para outra começaram a encantar os fãs durante os shows.

No set list  estavam “Strutter”, “Deuce”, “Firehouse”,  Cold Gin” , “Nothin’ To Lose”, “1.000.00 Years” e “Black Diamond”, que, quando executadas ao vivo, davam outra dimensão musical aos ouvidos, tamanha era a emoção que o KISS passava à platéia.

Mas por vontade da própria banda, após o lançamento do disco Detroyer, em 1976, elas foram “deixadas de lado”, dando lugar às novas composições.

Por estratégia de marketing ou não, anos mais tarde, durante a fase “cara limpa”, as músicas do KISS album dificilmente eram tocadas nos shows, dando ênfase a todo o glamour que pairava nos anos 80.

A partir do retorno da formação original, em 1996, a banda resolveu devolver espaço as composições do KISS album, presenteando assim os novos fãs que não tiveram a oportunidade de conhecer a chamada "primeira fase do KISS".

Atualmente, esses verdadeiros “clássicos” do primeiro disco são aclamados por multidões que lotam arenas e estádios por onde o KISS apresenta-se.  A turnê Alive 35 é o melhor exemplo disso, uma vez que a banda dá foco justamente à fase 1974-1975.

O fato é que toda a magia que envolve o KISS album vem, diretamente, das apresentações ao vivo da banda mais QUENTE do mundo, o KISS!

Por Jorge A.Silva Junior

Coluna: KISStory

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