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KISS The Girl |
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KISS THE GIRL - POR MARINA STANLEY - 26 / 04 /2008 |
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Conheci o KISS, quando entrei para o “Mundo do Rock” há 4 anos. Foi quando, pela primeira vez, vi o clipe de “Rise To It”, na TV, que me identifiquei imediatamente com aquele mundo, e logo com a androginia de Paul
Stanley, com seu jeito diferenciado e de atitude no palco.
Em uma grande banda, nada mais justo do que um grande frontman. É o que a coluna vai apresentar. Paul Stanley em suas fases. Ontem, hoje e amanhã. Metamorfoses,
argumentos e questionamentos sobre o nosso Starchild. And I say: “Welcome to the show!”
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PAUL STANLEY - 05 / 06 / 2008 |
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Uma pitada de grande responsabilidade me cabe agora para estrear a seção de “Colunas KISS Army”. Tudo se deve a paixão que consumo pela “Hottest Band In The World”. E, assim como uma grande banda, merecemos ter um grande frontman – que no nosso caso íntimo, o conhecemos como nosso próprio deus encarnado na Terra. Decidi escrever sobre nosso Starchild devido à sua evidente consagração no mundo do Rock and Roll. Falar de homens que se pintam, passam batom, outros que saltam com suas botas pode ser fácil, mas não de todos em um, unindo toda a magia e sexualidade, drama e atitude e nos dando a perfeita fórmula do Hard Rock – Paul Stanley. É evidente aos olhos e mentes conscientes que uma banda de origem dos anos 70 e nascida para ser um verdadeiro espetáculo nos palcos, após tantas especulações e questionamentos, sofreu algumas mudanças – muitas vezes necessárias - dos anos 70 para 2000. Mudanças que percebemos nos anos 80 quando tiveram suas faces reveladas, ou com certa diversificação sonora com Carnival Of Souls - que trás um som mais pesado do que os anteriores da banda. Alguns integrantes seguiram carreiras solo paralelas à banda - como Ace Frehley e Peter Criss. Boas ou ruins, cabem aos fãs – eternamente os maiores e principais críticos – darem suas opiniões. Recentemente, o que repercutiu pela mídia foi uma possível saída de Paul da banda, onde ele afirma que o KISS poderia seguramente seguir sem ele. Mesmo em oposição a alguns fãs, Eric Singer e Tommy Thayer têm seus respectivos carismas – sem relevar a imortal e necessária presença de Gene Simmons –, porém, não podemos deixar escapar a originalidade e essência da banda que se encontra em Paul Stanley. Ao falarmos a princípio da personificação e o traçado de Paul no Hard Rock, não conseguimos imaginar uma banda que em 35 anos assim permaneceu e se fortaleceu, sem uma das suas principais bases. Da mesma forma que não conseguimos ver o verdadeiro Queen sem Freddy Mercury. Evidentemente esta não seria uma mudança necessária. Sabemos das atividades paralelas do nosso Starchild, como suas pinturas e seu último trabalho de 2006 “Live to Win”, mas será que o KISS ou até mesmo Paul Stanley teriam a mesma essência sem a voz aguda, o batom vermelho e a grande estrela nos palcos da noite junto de Gene e o KISS? Marina Stanley |
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