KISS Symphony - Alive IV - Lançado em 22 de Julho de 2003
! Todas as resenhas por Marques Love Gun !
-Act One: Electric:
DEUCE: Bela abertura para o show. A banda toca de forma vigorosa, acelerada e divertida, mostrando ao que veio. Tommy Thayer, incorporando o Spaceman, fez bem o solo, cumprindo seu papel.
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STRUTTER: A banda segue divertida e divertindo, tocando de maneira entusiasmada, brincando com a plateia. Tommy arrebenta nos solos e Paul detona nos vocais. A química está em alta nesta faixa.
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LET ME GO ROCK'N'ROLL: Paul abre com uma brincadeirinha na guitarra. Logo em seguida, Gene canta com vontade. Tommy está bem nessa, solando com raça e Peter toca com energia. Essa versão ficou animal neste show. O público delirou.
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LICK IT UP: Paul começa falando das caravanas, incluindo o Brasil. Ele inicia a música à capela, incendiando em seguida. Como uma característica deste show, essa está mais acelerada, com a banda parando no meio da música, deixando a galera cantar. O final é apoteótico.
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CALLING DR. LOVE: Paul incita o público mais uma vez e Gene convoca a galera, cantando com vigor. Tommy faz ótimo solo.
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PSYCHO CIRCUS: Essa faixa ficou bem diferente neste show, com um andamento mais acelerado e potente. Todos tocaram de forma vigorosa, dando ótimo encerramento ao primeiro ato.
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-Act Two: Acoustic:
BETH: Deste ponto em diante a orquestra começa a aparecer, com todos os músicos mascarados. A característica deste ato são as baladas e começa com a principal
delas, Beth, com Peter sozinho sentado no centro do palco, cantando de uma forma mais melancólica, dando ao ar diferente, um pouco mais fraco do que versões
anteriores.
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FOREVER: Paul, Gene e Tommy passam a tocar com violões. Dessa forma, esta música ficou mais leve e cadenciada, com o acompanhamento da parte da orquestra
que toca neste ato. Ótima performance.
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GOIN' BLIND: Gene canta de forma mais solta e sombria, ficando essa versão um pouco mais melancólica, com a desaceleração e o acompanhamento orquestral.
Linda!
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SURE NO SOMETHING: O arranjo aqui, junto com orquestra ficou parecendo uma marcha, com um andamento muito bom. Paul cantou com alma e os backing vocals
ficaram ótimos.
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SHANDI: Paul incendeia os australianos com essa música, que encerrou o segundo ato. Ficou bem cadenciada e abrilhantada com a orquestra, um casamento perfeito,
talvez a que ficou mais próxima do original.
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- Atc Three: Orchestra:
DETROIT ROCK CITY: Neste ponto, a banda volta com as guitarras e usa este clássico para introduzir o ato principal, ou seja o casamento dos instrumentos elétricos com a orquestra inteira. A faixa ficou mais sombria, com essa roupagem, mais bem passional, como se fosse um Thriller de Ação no cinema. O público respondeu de forma empolgada. Grande música.
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KING OF THE NIGHT TIME WORLD: Essa ficou com cara de festa, com muito barulho, acelerada e vibrante, do início ao fim.
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DO YOU LOVE ME: Paul e Peter abrem, comandando a galera, que responde cantando. A orquestra impõe força, alavancando a música. Os instrumentos estão bem
casados. Boa versão.
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SHOUT IT OUT LOUD: Por falar em festa, essa sempre é uma festa, ainda mais ao vivo. Neste show ficou bem mais acelerada, quase apoteótica, com grande
desempenho de todos. Gene canta com força e vontade. Tommy sola com fúria. Paul interage com o público. A orquestra deu um brilho a mais.
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GOD OF THUNDER: Eu particularmente não gosto desta música. Acho que poderia entrar "I Love it Loud" no lugar dela. Como sempre, este é momento do Gene. Ele
cospe "sangue", faz cara de mal, etc. É o momento em que tudo fica obscuro, fantasmagórico e sombrio, entrando em cena o baixo-machado. Tudo soa poderoso,
como num canto de guerra.
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LOVE GUN: Bela música. Um início detonador, com Peter "disparando" sua bateria. Paul "voa" sobre o público, que delira. A orquestra dá um toque especial. A
parte do solo é arrebatadora, levando a galera à loucura. Adrenalina pura, com um final apoteótico. Sensacional!
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I WAS MADE FOR LOVING YOU: Outra faixa que sacudiu. Um pouco mais acelerada, cresceu ainda mais com a adição da orquestra. Paul cantou com a força habitual e
colocou todo mundo pra dançar. Peter deu boas viradas e Tommy detonou no solo. Ficou ótima.
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GREAT EXPECTATIONS: Um hino, por assim dizer. Gene canta acompanhado de um coral de crianças, todas mascaradas. Soou como a enlevação da alma. Encaixou bem no espírito do show. Um fato curioso é que no vídeo Gene aparece tocando seus dois baixos, hora um, hora outro.
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BLACK DIAMOND: Um momento mágico. Essa versão ficou bem mais acelerada, apoteótica com a orquestra acompanhando. Peter cantou com fúria e Tommy solou
com alma. A bateria subindo é sempre delirante, ainda mais apoiada com a orquestra, fechando num clímax deslumbrante.
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ROCK AND ROLL ALL NITE: O que dizer do grande hino neste show? O fim de um concerto que todo mundo deveria usar. Mesmo acompanhada de uma orquestra, que dá um toque de elegância, essa música se engrandece e encanta sempre. No meio da faixa, Paul incita a multidão com grito de "I Love it Loud" e todos os músicos
surgem aplaudindo o espetáculo. O encerramento perfeito, que um grande show como esse merece. Nitroglicerina pura, com os corações de todos em ebulição. Nota
1000!