Jigoku-Retsuden(Regravações/Japão) - Lançado em 27 de Agosto de 2008
! Todas as resenhas por Marques Love Gun !
DEUCE: Nota-se bem poucas variações nesta versão mais moderna, em comparação a original. Talvez o mais marcante seja o fato de os vocais de Gene estarem mais amadurecidos e encorpados. No final surge um grito bem agudo. O solo de Tommy soou tão bom quanto o original de Ace. Uma ótima música.
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DETROIT ROCK CITY: Esta versão ficou um pouco mais crua e perdeu a introdução teatralizada de Bob Ezrin, tonando-a mais curta. Os voccais do Paul estão menos ácidos. A bateria de Eric Singer está mais vigorosa. Gene mantém sua boa linha de baixa e dobra nos vocais com Paul antes do refrão. O solo de Tommy está bom, embora o original de Ace seja mais agressivo e portanto melhor. No final a música perde novamente a teatralização.
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SHOUT IT OUT LOUD: Essa música, que já era um petardo sonoro, uma grande música de arena, ficou mais intensa com os vocais mais vigorosos de Gene e Paul, dando mais alegria a ela, incluindo um grito de Gene. Os backing vocals quase à capela no meio da música ficaram mais encorpados. O solo continua arrebatador. Sensacional.
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HOTTER THAN HELL: Essa é mais uma versão que ganhou mais vida, com vocais mais intensos e melodia mais vigorosa, com mais peso. A original já era muito boa e ficou melhor ainda. Apenas no caso do solo, a versão do Alive I ficou melhor, mais limpo. Nesta versão o solo não se destaca tanto e é até ligeiramente diferente, mas gostei.
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CALLING DR. LOVE: Essa versão ficou mais limpa, mais forte, com vocais mais intensos e menos crua que a original nos arranjos. As vozes no refrão soam melhor, sem efeitos. Gene brinca mais com a voz, com mais variações. A bateria está mais poderosa. O solo é tão matador quanto o original, porém mais curto. Ficou ótima.
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LOVE GUN: Eta música arrebatadora!!!!!!! Tão maravilhosa quanto a original e quaisquer versões ao vivo. Simplesmente linda, com ótimo arranjo, vocal perfeito e solo preciso, que aliás se sobressaiu mais na versão original, mas mesmo assim, ficou matadora! Viva!!!!!!!!!!!!!!!!!
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I WAS MADE FOR LOVIN’ YOU: Uma ótima versão dessa música, soando mais Pop, com uma levada mais marcada e mais lenta, com as guitarras menos agressivas e sem efeito “explosivo”. Os vocais estão menos intensos, tanto do Paul, quanto os backing vocals. Se houve reclamações da original que soava mais “Disco”, por assim dizer, não se pode falar desta, que perdeu o “sotaque” das pistas. Não sei por que, mas prefiro a original.
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HEAVEN’S ON FIRE: Se a original é destruidora, essa versão ficou derrubadora, com um polimento nos vocais, mais cadenciados e intimistas. Até o sofejo vocal que entrou na música original pra dar efeito, ficou mais leve e melodioso. A bateria de Carr que se destacou na original ganhou um gás a mais com Singer, que soltou o braço. Ficou ótima também.
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LICK IT UP: Essa música, que marcou a história da banda não poderia ficar de fora. Essa versão manteve o riff que a cracteriza, como um tic-tac de relógio, porém um pouco mais vigoroso. O vocal do Paul também está um pouco mais grave e portanto menos agressivo, dando uma velocidade um pouco mais lenta a ela, com algumas variações, quase efeitos sonoros. Ficou legal, como eu disse porém, menos agressiva e portanto com um pouco menos de brilho.
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I LOVE IT LOUD: O que dizer da música que me fez gostar de KISS, de um álbum que me fez vestir a camisa do “Exército”? Bem, vamos começar pelos vocais de Gene, que estão bem mais graves e portanto imprimem um peso maior. Quanto a música, mais uma vez o destaque é a bateria, que desta vez responde pelo nome de Eric Singer. Sou tão pesada quanto a original. Gosto muito dessa música. Os backing vocals estão bem intensos, como pede essa versão, que soa mais festiva. Não sei por que o fader final em que ela finge que acaba e retorna continua presente. Talvez pudesse ser retirado, mas não compromete em nada. O solo curto foi mantido e não difícil para Tommy repetir o original de Vinnie, aliás esse é o maior trunfo dele, pois recria muito todos os solos, dos mais variados estilos que cada guitarrista anterior impôs. Ponto pra ele.
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FOREVER: Enfim, uma balada, e não poderia deixar de ser “Forever”, tão intensa quanto a original, porém bem mais melodiosa, quase acústica, por assim dizer. Paul mais uma vez canta com o coração e encanta. O arranjo ficou muito bem feito, com um solinho meio flamenco, bem interessante. Resultado final ótimo.
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CHRISTINE SIXTEEN: Uma versão um pouco mais Rock eu diria, mais madura por assim dizer. Gene está com um vocal mais encorpado. O teclado que acompanha o refrão deu um toque especial a ela. Ficou bem legal, muito boa de se ouvir.
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DO YOU LOVE ME: Essa música ficou bem legal, com um ótimo arranjo, introduzindo uns sons diferentes, com uma badalações de sinos, por exemplo. Os vocais de Paul soaram bem soltos e os backing vocals um pouco mais harmonizados, com coros mais melodiosos. Gostei.
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BLACK DIAMOND: Confesso que gostei mais desta versão de Black Diamond. Não pela música em si, pois não vi diferenças entre essa e as mais conhecidas e tradicionais. A maior alteração fica por conta dos vocais de Eric Singer, de longe o melhor dos três bateristas como cantor. Isso faz diferença, pois a música ganha em qualidade. No final talvez o que deveria ter sido feito na versão original, sem prolangar muito o último acorde, já que isso funciona melhor quando ela é tocada ao vivo por causa da subida da bateria, o que é indispensável em estúdio. Ponto pra banda.
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ROCK AND ROLL ALL NITE: Tão Vigorosa quanto quaisquer versões, o que é um ponto positivo. Em certo momento o baixo de Gene se sobressai e os vocais dele são mais fortes e graves. Os backing vocals são bem mais fortes e em algumas vezes se sobressaem à música, para mostrar a qualidade vocal do grupo. Ótimo desempenho de todos, aliás essa é a tônica do disco, mostrar por que eles consideram esta atual formação a mais correta, pois a qualidade musical individual é muito bem notada em cada faixa. Gene, Paul, Singer e Thayer mostram por que fazem um ótimo Time. Parabéns!!!!!!!