Revenge - Lançado em 19 de Maio de 1992

UNHOLY: Um riff como não se via a muito tempo inicia essa grande música de Gene. O riff tem uma pegada, feeling ferrenho. Gene canta muito nessa música, de uma maneira meio sombria. O baixo está acima na mixagem. No refrão, os riffs chegam a lembrar a grande War Machine. Eric Singer mostrou ser digno da vaga que recebeu, com peso e pegada; rodadas e contra-tempos precisos. Os solos de Bruce são perfeitos, pura pegada, feeling. Uma grande música de abertura com Gene esgoelando no final.

Ricardo Rockiss

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TAKE IT OFF: Essa faixa continua na linha das canções pesadas. Esta música é feita numa afinação mais baixa, o que deixa com uma pegada mais “Heavy Metal”. As linhas de vocal são boas e a bateria também recebe grande destaque.

Rafael Martins

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TOUGH LOVE: Uma música de Paul com todo o estilo de Gene, incluindo os riff’s que estão com uma pegada em cima. Um andamento cadenciado dá um peso que contrasta com os vocais de Paul. Gene variando um pouco as linhas de baixos. Os back vocals precisos e com algumas dobras vocais. Antes do solo há um coro. Na bateria, Singer mantém um ritmo que aumenta o peso, sendo preciso nos contratempos. Os solos de Bruce soam diferentes do seu estilo e mostrou o que a liberdade pode fazer.

Ricardo Rockiss

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SPIT: Essa música é um dos grandes momentos do disco, com uma letra sexista bem ao estilo do Gene. Os vocais são quase falados, meio “Rap”, e pela primeira vez em muito tempo Gene e Paul fazem seus "duelos" vocais, ou melhor, duetos, dando um charme todo especial a essa música. Excelente trabalho instrumental também nessa parceria dos chefões.

Marcelo Ankh

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GOD GAVE ROCK AND ROLL TO YOU II: Um início simples e discreto introduz muito bem esse grande Cover do "The Argent". A melodia é basicamente á mesma, apenas com um ou outro arranjo e alteração completa na letra. Um arranjo de guitarras e baixo, com acordes dissonantes marca bem essa música. Aqui novamente temos Paul e Gene dividindo os vocais, mas com predominância de Paul. O destaque, por isso, é justamente o trabalho vocal. O refrão é meio que para fazer coro em estádios, ficando muito bom. O solo tem uma dobra de guitarras e logo após um "duelo" vocal entre Gene e Paul fazendo um grande trabalho. Eric Carr participou nos backing vocals, como que se despedindo. Uma boa faixa.

Ricardo Rockiss

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DOMINO: Outra canção que podemos chamar de "agressiva". Ela tem um riff simples com um solo fantástico e o vocal que dispensa comentários!. Tanto as versões Ao Vivo (Alive 3) como a versão acústica (Umplugged) ficaram perfeitas !!

Rafael Martins

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HEART OF CHROME: Uma grande música, tipo um clássico. Tem a métrica de Paul quanto à composição. Paul canta muito nessa música, com uma interpretação de arrebentar. Difícil eleger um destaque. Os riffs e o andamento ao longo da música mudam bastante. Bruce intervém muito bem e no solos chega até usar (muito brevemente) um pedal "whah". Mas se tem que destacar algo, destaco os vocais da banda como um todo, muito bem feitos. Uma grande música que gostaria de ver ao vivo. O melhor trabalho de arranjo do disco. Grande.

Ricardo Rockiss

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THOU SHALT NOT: Uma música completa de Gene, a começar pela letra, mostrando o sacarmo (típico) de Gene. Pela maneira como Gene canta essa faixa poderia ser uma continuação de Unholy. Gene varia bastante as linhas de baixo e intervém com algumas "puxadas". O riff é básico, mas marca e muda bastante ao longo da música que também tem várias "paradas". Bruce intervém ao longo e faz um belo solo, com feeling puríssimo, seu melhor solo no álbum. Eric Singer faz o básico de uma forma tão perfeita que impressiona e faz parecer inovador. Tudo funcionou perfeitamento nessa música. Tudo!

Ricardo Rockiss

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EVERY TIME I LOOK AT YOU: Segue a linha das baladas, mas meio acústica e com excelente vocal de Paul, que se supera quando o assunto é balada. Um solo bem interessante de Bruce, meio country que deu um "tempero" especial à música. Nessa Bruce assina o baixo também.

Marcelo Ankh

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PARALYZED: Gene introduz essa faixa com uma simples nota. Gene canta de forma diferente e parece que há uma outra voz fazendo as dobras vocais. Essa faixa também tem um estilo pouco comum se comparado com as músicas de Gene. As guitarras de Bruce som com vários efeitos ao longo da faixa, com várias intervenções durante todo o tempo. O solo mais se aproximou do seu estilo antigo. Uma faixa que mostra a versatilidade de Gene. Eric fez muito bem os contratempos em uma parte em que Gene fica tipo declamando algo. Grande!

Ricardo Rockiss

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I JUST WANNA: Essa música tem uma linha vocal empolgante. A música brinca com a fonética semelhante entre "i just wanna forget you" e "i just wanna fuck with you", seguindo a tônica desse disco em termos líricos. Música para grandes shows em estádios e arenas, virando presença obrigatória nos shows da “Tour”.

Marcelo Ankh

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CAR JAM 81: Uma homenagem a Eric Carr. Fizeram uma mixagem onde cortaram as guitarras de Ace e fizeram um overdub com solos de Bruce. É um belo solo, mostra muita pegada, muito mais feeling do que técnica, mostrando que Eric Carr era mais peso e Rock'n'roll. Muito obrigado Eric Carr!!!

Ricardo (Rockiss)

A versão original da faixa “Breakout”, gravada por Ace Frehley em seu Frehley´s Comet, numa versão demo submetida para inclusão no The Elder, que foi negada. Nessa versão a guitarra do Spaceman foi magistralmente regravada por Bruce em meio a uma “destruição percussiva” protagonizada por Eric Carr. Uma faixa que torna o disco ainda mais especial, não só por ser um momento histórico da banda (a retomada do som pesado e visual sem frescuras), mas por ser o último a conter pelo menos um pouco do talento de Eric Carr, que marcou seu lugar na história da banda e no coração dos fãs.

Marcelo Ankh

Deite na cama, sente no sofá, mas fique parado!! Ligue o rádio e ouça está música e lembre de quem foi Eric Carr !! Terapia pura galera !!

Rafael Martins